Clima e Energia - Duas faces da mesma moeda?

Nas palavras de Thomas Friedman vivemos num epóca quente, cheia e plana. Cheia porque a população mundial até 2050 vai aumentar em grande escala, plana, porque o crescimento da classe média e a introdução das novas tecnologias permitiu formas de socialização em rede e quente, porque as alterações climáticas deixaram de ser uma preocupação meramente ambiental stricto sensu , mas sobretudo cada vez mais depedente da vontade política...
As alterações climáticas são uma evidência: temperaturas a subir, nível médio das águas do mar a subir devido ao degelo, alterações nos padrões de vento e outros dados metereológicos...Empiricamente, constatamos que já não existem estações e que os fenómenos extremos afectam o Planeta e a sua estrutura e biodiversidade;
Que fazer? Reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, em particular, do dióxido de carbono;
Como? Implementando as metas do protocolo de Quioto para cada Pais, e esperar que Bali e Copehaga sejam um compasso de espera para metas mais ambiciosas nas negociações entre Paises desenvolvidos , em desenvolvimento e os que estão na terceira via , sendo as regras cada vez mais inluenciadas pelos colosso americano ( USA) e asiático (China);
Meios? Implementação conjunta, mecanismos de desenvolvimento limpo e comércio internacional de emissões.
Qual o caminho a seguir? Tornar o ambiente lucrativo. Economia e Ecologia juntas por uma Consciência Global Una. A vontade política será o meio formal para tal desiderato. Exemplos: Mercado Carbono e Mercado Voluntário de Carbono.
Por isso, a interrogação dá lugar à afirmação: Clima e energia: Duas faces das mesma moeda!
Fontes Fotográficas: National Geographic. Org





